segunda-feira, 25 de abril de 2016

Luan Santana é uma das atrações confirmadas na Festa do Peão de Americana

Acontece entre o dia 10 a 19 de junho a Festa do Peão de Americana, no interior de São Paulo.

O Rodeio de Americana comemora 30 anos de história e promete celebrar a data oferecendo ao público um verdadeiro espetáculo.

As atrações musicais também são responsáveis por atrair um grande número de pessoas para o evento. Este ano o cantor sertanejo será uma das atrações.

Os ingressos para a edição 2016 já estão a venda e podem ser adquiridos na Casa dos Cavaleiros de Americana, no site Total Acesso (www.totalacesso.com), e em estabelecimentos comerciais de 19 cidades da região. Além da pista, estão disponíveis os setores Área Vip Super Bull, Camarotes Brahma e Americana.

Programação:

Dia 10 - sexta-feira
Fiduma & Jeca, Edson & Hudson e Henrique e Diego

Dia 11 - sábado
Henrique e Juliano e Zé Neto e Cristiano

Dia 12 - domingo
Pedro Paulo e Alex e Jads e Jadson

Dia 17 - sexta
Wesley Safadão e Cabaré (Leonardo e Eduardo Costa)

Dia 18 - sábado
Jorge & Mateus e Matheus e Kauan

Dia 19 - domingo
Luan Santana

Participe!

Mais informações: www.festadopeaodeamericana.com.br

Vem aí IV Leilão Genética Campeã Gir Leiteiro

Acontece no dia 1º de maio, a partir das 14 horas (horário de Brasília) a quarta edição do Leilão Genética Campeã Gir Leiteiro.

O remate é uma promoção da Fazenda Mutum, Alambari Agropecuária, Fazenda Brasília, Fazenda Calciolândia, Fazenda Figueira e Fazendas do Base, importantes criatórios da raça no Brasil.

Acontecerá paralelamente à Expozebu, no Recinto Leilopec, em Uberaba (MG).

Serão exportados 36 lotes, entre eles:

Lote 23 - Implicada FIV Cal
Fêmea nascida em 09/12/2014. Filha de C.A. Sansão x Safada TE Cal.

O leilão será transmitido pelo Canal Rural.

O catálogo encontra-se disponível no site abaixo:

http://programaleiloes.com/agenda/leilao/1309-4-leilao-genetica-campea

Encontro Técnico do Leite será realizado em Campo Grande

O Sindicato Rural de Campo Grande (MS), em parceria com a Famasul, realiza no dia 3 de junho a 19ª edição do Encontro Técnico do Leite.

O evento, direcionado a técnicos, produtores rurais e demais interessados, traz em sua programação palestras técnicas, debates e perspectivas parao o setor no Estado e também no Brasil.

O evento terá como tema central "O planejamento Nutricional para o inverno".

Participe!

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (67) 3341-2696.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Técnico da Girolando ministrará palestra na V ExpoGiramata

O supervisor da Superintendência Técnica Adjunta da Associação Brasileira dos Criadores de Girolando, Edivaldo Júnior, participará da 5ª edição da ExpoGiramata, em Rio de Pomba (MG).

O profissional ministrará palestra sobre melhoramento genético de Girolando no dia 6 de abril, das 8h às 10h. O evento faz parte da programação do 1º Encontro Técnico Giromata.

Já o Encontro faz parte da programação da V ExpoGiromata, no Parque de Exposições de Rio Pomba (MG).

A exposição terá julgamento entre os dias 7 e 9 de abril sob o comando do jurado Alan Marcolini Campidelli. Já o Torneio leiteiro será de 3 a 6 de abril de 2016.

segunda-feira, 14 de março de 2016

Produtores rurais da Bolívia visitam a Girolando

A Associação Brasileira dos Criadores de Girolando recebeu na última semana a visita de produtores rurais da Bolívia.

Cerca de 28 pessoas visitaram a Associação bem como cooperativas e empresas na área de genética.

O objetivo da visita é conhecer o modelo de pecuária desenvolvido no país para, futuramente, aplicar na criação boliviana.

Na sede da Girolando o grupo participou de palestra ministrada pelo Superintendente Técnico da entidade, Leandro Paiva, que falou sobre a importância do registro genealógico  para formação de um rebanho de origem.


Leilão de Gir Leiteiro acontece no dia 20


Será realizado no dia 20 de março, a partir das 10 horas (Horário de Brasília) o Leilão Virtual Leite Gir.

O remate será transmitido pelo Canal Rural.

Criadores terão a oportunidade de adquirir animais, descendentes das principais famílias da raça Gir Leiteiro.

Participe!

Mais informações:

http://programaleiloes.com/agenda/leilao/97-leilao-virtual-leite-gir-pecuaria-gir-leiteiro

Limpeza em equipamentos de ordenha

A edição nº 77 da Revista Mundo Leite publicou reportagem sobre a importância da limpeza nos equipamentos utilizados para ordenha.

Segundo Roberto Nunes Filho, autor do texto, uma higienização mal realizada acarreta o acúmulo de leite nos equipamentos, aumentando assim a contagem bacteriana.

Equipamentos sujos têm vida de útil reduzida, além de proporcionar a contaminação no rebanho causando, por exemplo, mastite.

Confira o passo a passo para garantir a limpeza dos equipamentos:

1) Realizar pré-enxague com água morna, para remover resíduos de leite

2) Realizar lavagem alcalina para remover acúmulo de gordura fixadas na tubulação do sistema

3) Realizar novo enxague para remover resíduos da solução alcalina

4) Utilizar detergente com solução ácida com água. Deixar circular por 10 minutos.

Leia a reportagem na íntegra na Revista Mundo do Leite!

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Saiba como pode-se usar hormônios para provocar o cio nas vacas

A Embrapa Gado de Leite disponibiliza para o produtor rural a publicação “500 Perguntas 500 Respostas” destinadas à criação de gado leiteiro. Desta vez, a dúvida é em relação ao uso de hormônios para provocar o cio nas vacas, de modo que seja obtido a sincronização de cios.

O uso de hormônios pode ser adotado como uma estratégia para a sincronização de cios, para facilitar o manejo da fazenda e/ou quando há falhas na observação de cios. A sincronização, com a aplicação de hormônios, faz com que várias vacas deem cio juntas, em um curto intervalo de tempo.
Existem diferentes tipos de hormônios que podem ser utilizados de acordo com a atividade reprodutiva do animal. Contudo, em vacas magras, em que os ovários não estão em atividade, não é indicada a aplicação de hormônios, pois o cio geralmente não é fértil, trata-se, na verdade, apenas de sinais de cio (não há ovulação). O importante é lembrar que o cio “entra pela boca”, isto é, a vaca deve estar bem nutrida para apresentar o cio.
Deve-se tomar cuidado, pois alguns produtos como os corticosteroides e prostaglandinas podem provocar o aborto, se aplicados inadvertidamente em animais gestantes. Assim, recomenda-se sempre a avaliação reprodutiva dos animais por médico veterinário, antes da utilização de hormônios para a sincronização de cios.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Leilão Virtual Gir e Girolando ACFN Genética será realizado neste domingo

Acontece neste domingo (14), a partir das 10h (horário de Brasília), o Leilão Virtual Gir Leiteiro e Girolando ACFN Genética. O remate que ofertará 78 lotes de animais das raças Gir Leiteiro e Girolando contará com transmissão ao vivo do Canal Rural e é realizado pela leiloeira Programa Leilões.
Confira alguns dos lotes que serão ofertados no leilão deste domingo:
Lote 02 – Dádiva de Kubera
Filha de Hargo TE Kubera X Aquaria
Lote 04 – Amanda de Kubera
Filha de Facho TE Kubera X Rhoelandt 651 Leda Progress Stormatic
Lote 07 – Sinfonica FIV Kubera
Filha de Fardo FIV F. Mutum X Coral FIV da Parahy
Lote 13 – Querina de Kubera
Filha de C.A.Sansão X Baritona de Kubera
Lote 32 – Engenheiro Kubera
Filho de C.A. Sansão X Palma F Mutum
Para conferir o catálogo completo do Leilão Virtual Gir e Girolando ACFN Genética basta acessar o link abaixo:
http://programaleiloes.com.br/agenda/leilao/214-catleilao-virtual-gir-girolando

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Febre do leite – Sabia mais sobre a doença

Muitos produtores rurais acabam lidando com várias doenças que acometem o seu rebanho, no entanto, a grande dificuldade é identificar e realizar um diagnóstico da doença em questão para dar início ao tratamento do animal de forma rápida e eficaz.
Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite traz para você produtor rural, um pouco mais de informação sobre a febre do leite, doença comum nos rebanhos leiteiros. Confira!
A febre do leite, ou tetania de lactação, é uma doença metabólica que ocorre na primeira semana pós-parto, principalmente em animais de alta produção. A enfermidade se caracteriza pela elevação da temperatura, tremores, e prostração dos animais, que ficam deitados.
Com o início da lactação, a demanda por cálcio aumenta consideravelmente, ocorrendo queda no nível desse mineral no sangue. Para reduzir a incidência da doença, recomenda-se evitar o excesso de cálcio na dieta das vacas durante o período pré-parto, quando as necessidades são pequenas, aplicação de vitamina D no periparto, e, principalmente, fornecimento de dieta aniônica (sal aniônico).

O tratamento dos animais doentes, com aplicação de cálcio endovenoso (na veia), é a medida recomendada, devendo ser realizada sob a orientação de um médico veterinário.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Saiba com qual idade as novilhas devem ser cobertas ou inseminadas

A Embrapa Gado de Leite traz um material que tira uma das dúvidas mais frequentes dos produtores rurais, a idade em que as novilhas devem ser cobertas ou inseminadas. Confira:
Não existe uma idade ideal para cobrir as novilhas. Na realidade, deve-se considerar o peso desses animais e o aparecimento do cio, quando estão aptos a conduzir a gestação a termo e ter menos problemas no parto e pós-parto.
O peso recomendado para a cobertura da novilha deve ser estabelecido a partir do peso das vacas adultas do rebanho e pelo manejo nutricional das novilhas à cobrição. O ideal é que as novilhas cheguem ao parto com cerca de 90% do peso das vacas adultas.
Quanto melhor a nutrição da novilha durante a gestação, maior será seu ganho de peso e, assim, ela poderia ser coberta com menor peso. Geralmente, o peso à cobertura pode variar de 350 kg a 380 kg.

Novilhas, principalmente mestiças, podem ser inseminadas ou cobertas a partir dos 320 kg de peso vivo, mas se elas não ganharem um bom peso até o parto, produzirão menos leite e poderão demorar mais tempo para retornar ao cio.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Saiba como evitar resíduos de antibióticos no leite

A Embrapa Gado de Leite, com o intuito de orientar os produtores leiteiros sobre os as boas práticas na produção, preparou um material que responde as principais dúvidas sobre como evitar a presença de resíduos de antibióticos no leite. Confira:
Resíduos de antibióticos no leite devem ser evitados porque provocam problemas de saúde em indivíduos sensíveis e prejuízos na industrialização do leite. Sempre que se administra algum tipo de produto químico às vacas em lactação, é necessário saber se o produto é eliminado no leite e por quanto tempo.
Os principais cuidados para evitar resíduos de antibióticos no leite, são:
·         - Seguir rigorosamente as indicações da bula do medicamento.
·         - Não misturar o leite de um animal tratado com o leite do rebanho.
·         - Não comercializar o leite durante o período de eliminação do antibiótico (período de carência) e só usar produtos que apresentem essa informação.
·        -  Não aumentar a dosagem recomendada na bula, porque isso altera o prazo de carência recomendado.
       - Evitar o uso de mais de um antibiótico no mesmo tratamento, pois isso pode aumentar o período de eliminação de resíduos no leite.
·         - Não usar preparações de antibióticos recomendados para o período seco, em vacas de lactação.
·         - Identificar as vacas que estão em tratamento e/ou em período de carência, utilizando corda no pescoço, na pata, marcação com bastão colorido no lombo, etc.

·       -  Registrar em caderno, planilhas, etc., os casos de mastite clínica, para manter o histórico e auxiliar na escolha do tratamento.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Aprenda como fazer o manejo pré-parto



A Embrapa Gado de Leite respondeu umas das principais dúvidas dos criadores quando o assunto é cuidados que devem ser tomados com as vacas durante o período pré-parto.  Confira as dicas e aprenda como fazer!
Faltando 30 dias para o parto previsto das vacas, elas devem ser manejadas de forma mais cuidadosa, para garantir que tenham condições adequadas para um parto normal e um início de lactação sem enfermidades. Para tanto, as vacas devem ser separadas das outras vacas secas e alocadas em um piquete chamado maternidade.
A maternidade deve ser um local tranquilo, arejado e bem sombreado, com pouco movimento de máquinas, mas situado perto do curral ou da casa de um vaqueiro, para que as vacas possam ser observadas durante todo o dia, para facilitar eventuais assistências ao parto.

As vacas devem receber dieta própria para o período pré-parto, que deve consistir dos mesmos ingredientes usados para alimentar vacas em lactação. Ou seja, na maternidade, as vacas têm que ser adaptadas à dieta das em lactação, evitando o estresse de mudança de alimentação e prevenindo a ocorrência de doenças metabólicas.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Como fazer a reposição de fêmeas no rebanho de maneira satisfatória



Os produtores rurais têm várias dúvidas a respeito de como manter um rebanho produtivo, sendo em número de animais, de como fazer para que os mesmos produzam mais e várias outras perguntas. A Embrapa Gado de Leite resolveu mostrar para o criador qual é a melhor estratégia para realizar a reposição das fêmeas em um rebanho.
A taxa de reposição de fêmeas no rebanho deve ser igual ou superior a 25% ao ano. A melhor estratégia é elevar ao máximo a taxa de parição do rebanho e reduzir a taxa de mortalidade de bezerros. Quanto maior o número de nascimentos, maior será o número de novilhas disponíveis e maior será a possibilidade de selecionar os melhores animais.
Se a taxa de natalidade é de 80% e assumindo que em média nascem 50% de fêmeas, têm-se 40% de fêmeas. Considerando-se a taxa média de 5% de mortalidade, sobram 38% de fêmeas para reposição. Dessa forma, teoricamente, a taxa de reposição poderia ser de 38%. Isso indica que usando 25% de reposição de vacas, saem do rebanho 100 vacas, 25 para descarte, e as vacas não precisam ficar por mais que quatro lactações.

Assumindo-se que se faça inseminação artificial no rebanho e seleção de touros melhoradores (ganho genético positivo para leite), as filhas serão melhores que as mães. De maneira que se a reprodução é boa, sobram todos os machos e parte das novilhas para serem vendidas. Outra estratégia é vender vacas de segunda lactação para melhorar a rentabilidade da atividade leiteira.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Manqueira – Saiba mais sobre a doença



A Embrapa Gado de Leite preparou um material que explica o que é a manqueira, uma das doenças mais comuns nos rebanhos produtores de leite no Brasil. Nele, a entidade mostrar como identificar a enfermidade e também como prevenir o rebanho de ser acometido pela doença. Confira!
O carbúnculo sintomático, também conhecido como manqueira, é uma doença provocada por bactéria do gênero Clostridium, mais frequente em animais jovens, principalmente aqueles com maior escore corporal.
O agente causador encontra-se no solo e, ao ser ingerido, instala-se no organismo animal, determinando febre, falta de apetite, desânimo e manqueira. A manqueira só ocorre se a lesão atingir grandes massas musculares, como espádua, quartos e pescoço.

O tratamento, mesmo intensivo, não surte efeito, e a doença, geralmente, é fatal. A vacinação dos animais jovens é o melhor meio para a prevenção da doença. Os bezerros devem ser vacinados aos 4 meses de idade e receber uma dose de reforço após 30 dias. Deve-se revacinar a cada 6 meses, até os animais atingirem 24 meses de idade.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Missa de 7º dia do médico veterinário Luiz Ronaldo de Paula



A Leite Gir Genética e Manejo convida a todos para a missa de 7º dia em intenção à alma do médico veterinário Luiz Ronaldo de Paula, falecido em um acidente de carro na última quinta-feira (22).
A cerimônia será realizada às 19h (horário de Brasília) desta quarta-feira (28), no Tattersal Rubico de Carvalho no Parque de Exposições Fernando Costa em Uberaba (MG).
Luiz Ronaldo de Paula era médico veterinário formado pela Universidade Federal Fluminense, juiz da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), criador e especialista no programa de melhoramento genético do gado Gir Leiteiro, além de locutor dos grandes leilões de Gir no Brasil.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Mastite – Saiba mais sobre a doença e suas variações



Uma das doenças que mais acometem os rebanhos produtores de leite no Brasil é a mastite. A enfermidade pode ser manifestar de três formas e causar grandes prejuízos para o produtor rural. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite preparou um material que explica o que é a mastite e quais são as suas variações. Confira!
Mastite, ou mamite, é a inflamação da glândula mamária, desencadeada pela agressão da glândula por diferentes tipos de agentes, como micro-organismos, irritantes químicos e traumas físicos.
Na vaca leiteira, a mastite é quase sempre causada por bactérias que invadem o úbere, multiplicam-se, produzem toxinas e outras substâncias irritantes, que provocam a resposta inflamatória. É a doença mais comum e a que mais causa prejuízos aos rebanhos leiteiros.
A mastite se manifesta sob duas formas principais: clínica e subclínica.
A mastite clínica é de fácil identificação, porque há alterações no aspecto do leite (presença de coágulos, grumos, flocos, aspecto aguado, com ou sem presença de sangue ou pus), sinais de inflamação no úbere (inchado, vermelho ou dolorido) e sinais sistêmicos na vaca (desidratação, apatia, perda de apetite, febre, diminuição brusca na produção de leite).
Já na forma subclínica, a aparência do leite é normal e não existem sinais visíveis no úbere. Sabe-se que existe a mastite sub-clínica porque micro-organismos causadores da doença podem ser isolados do leite, e podem ser detectadas alterações inflamatórias. A mastite subclínica é mais comum. Em geral, para cada caso clínico, há de 20 a 40 casos subclínicos.
A doença pode curar-se espontaneamente, persistir no nível subclínico, ou evoluir para a forma clínica. Em virtude de sua natureza oculta, provoca as maiores perdas econômicas pela redução da produção e por interferir na qualidade do leite.
Ainda há uma terceira forma da doença, chamada de mastite crônica, que é uma forma de mastite de longa duração. Pode aparecer na forma clínica ou subclínica, com episódios clínicos intermitentes e repentinos. Nesses casos, ocorre o desenvolvimento de tecido fibroso na glândula mamária e alteração na forma e no tamanho do quarto mamário afetado. Há também perda de tecido produtor de leite, com redução na produção. Em alguns casos, o quarto mamário pode ficar afuncional (perdido).

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Saiba quais as consequências do acasalamento entre parentes



A Embrapa Gado de Leite alerta aos criadores de gado leiteiro sobre as consequências para o rebanho quando há acasalamento entre parentes. Confira:
De modo geral, as consequências são negativas em decorrência do aumento da consanguinidade ou endograma dos animais. A endogamia pode, em um primeiro momento, diminuir o desempenho reprodutivo e, posteriormente, com seu aumento, a produção de leite.
Essa prática pode, ainda, interferir na ocorrência de enfermidades e defeitos hereditários (lábio leporino, por exemplo) e, por isso, deve ser evitada.
Mas o acasalamento entre parentes não deve ser visto apenas pelo lado negativo. A endogamia foi adotada por muitos anos para uniformização das raças bovinas e formação das linhagens hoje existentes. Mas pelos problemas decorrentes de sua utilização em médio e longo prazo, pelo longo intervalo de gerações e dificuldade de prever suas consequências, os técnicos passaram a não recomendar essa prática nos rebanhos bovinos.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Aprenda como calcular o custo da produção de leite

A Embrapa Gado de Leite já deu diversas dicas de como cuidar dos animais, como fazer o manejo de pastagens corretamente para o rebanho e também quais cuidados devem ser tomadas na hora de ordenhar as vacas. Agora, a instituição ensina como calcular o custo da produção de leite, o que facilitar bastante a vida do produtor na hora de colocar no mercado a sua produção. Confira!

A análise de custos compreende um conjunto de procedimentos administrativos que quantifica e registra, de forma sistemática e contínua, a utilização de fatores de produção e o resultado do processo produtivo. O conhecimento do custo de produção possibilita corrigir distorções, favorecendo a sobrevivência do sistema de produção de leite em um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

Para o cálculo do custo de produção, três métodos ou abordagens de custo então entre os mais utilizados: Custo Operacional Efetivo (COE), Custo Operacional Total (COT) e Custo Total (CT).

  • Custo Operacional Efetivo (COE): Agrupa itens de despesas do tipo “custos variáveis” para os quais ocorre, efetivamente, desembolso ou dispêndio em dinheiro. Os itens componentes desse custo são: mão de obra, alimentação, sanidade, reprodução, ordenha, impostos, transporte e despesas diversas (que envolvem gastos como: brincos para animais, material para escritório, encargos financeiros, contador, energia elétrica, horas de máquinas, contribuição rural, entre outros).
  • Custo Operacional Total (COT): Refere-se à soma do COE com o valor das depreciações de benfeitorias e construções, máquinas, implementos e animais de reprodução e trabalho. Também inclui a remuneração do produtor e a mão de obra familiar. Considera-se como remuneração da mão de obra familiar, o valor pelo qual o sistema pagaria por mão de obra contratada, caso não houvesse a familiar.
  • Custo Total (CT): Nesse cálculo, dividem-se os custos variáveis dos custos fixos. Os custos variáveis são aqueles que deixam de existir se o processo de produção for interrompido. Incluem toda a mão de obra e remuneração do capital de giro. Os custos fixos são aqueles que não variam com a quantidade produzida e sua renovação acontece em longo prazo e incluem a remuneração do capital fixo. O custo total é a soma do COT e da remuneração do capital imobilizado.



terça-feira, 30 de junho de 2015

Conheça Injeção de Brasília - Gir Leiteiro da Fazenda Cabeceira do Prata

A Fazenda Cabeceira do Prata, localizada em Jardim (MS), começou a sua criação da raça Gir Leiteiro em 2010, quando adquiriu animais provenientes do plantel Gir Villefort, um dos mais famosos do Brasil.

Entre os animais adquiridos está a Injeção de Brasília, confira:


Injeção de Brasília
Filha de C.A.Sansão X Figura de Brasília
Data de nascimento: 23/04/2009
Valor Genético Estimado (VGE): 1.178,9 quilos de leite


A partir da compra de animais como este, a Fazenda Cabeceira do Prata seguiu investindo no melhoramento genético do seu plantel e também em tecnologias voltadas para estimular e auxiliar uma boa produção leiteira.