quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Febre do leite – Sabia mais sobre a doença

Muitos produtores rurais acabam lidando com várias doenças que acometem o seu rebanho, no entanto, a grande dificuldade é identificar e realizar um diagnóstico da doença em questão para dar início ao tratamento do animal de forma rápida e eficaz.
Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite traz para você produtor rural, um pouco mais de informação sobre a febre do leite, doença comum nos rebanhos leiteiros. Confira!
A febre do leite, ou tetania de lactação, é uma doença metabólica que ocorre na primeira semana pós-parto, principalmente em animais de alta produção. A enfermidade se caracteriza pela elevação da temperatura, tremores, e prostração dos animais, que ficam deitados.
Com o início da lactação, a demanda por cálcio aumenta consideravelmente, ocorrendo queda no nível desse mineral no sangue. Para reduzir a incidência da doença, recomenda-se evitar o excesso de cálcio na dieta das vacas durante o período pré-parto, quando as necessidades são pequenas, aplicação de vitamina D no periparto, e, principalmente, fornecimento de dieta aniônica (sal aniônico).

O tratamento dos animais doentes, com aplicação de cálcio endovenoso (na veia), é a medida recomendada, devendo ser realizada sob a orientação de um médico veterinário.


quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Saiba com qual idade as novilhas devem ser cobertas ou inseminadas

A Embrapa Gado de Leite traz um material que tira uma das dúvidas mais frequentes dos produtores rurais, a idade em que as novilhas devem ser cobertas ou inseminadas. Confira:
Não existe uma idade ideal para cobrir as novilhas. Na realidade, deve-se considerar o peso desses animais e o aparecimento do cio, quando estão aptos a conduzir a gestação a termo e ter menos problemas no parto e pós-parto.
O peso recomendado para a cobertura da novilha deve ser estabelecido a partir do peso das vacas adultas do rebanho e pelo manejo nutricional das novilhas à cobrição. O ideal é que as novilhas cheguem ao parto com cerca de 90% do peso das vacas adultas.
Quanto melhor a nutrição da novilha durante a gestação, maior será seu ganho de peso e, assim, ela poderia ser coberta com menor peso. Geralmente, o peso à cobertura pode variar de 350 kg a 380 kg.

Novilhas, principalmente mestiças, podem ser inseminadas ou cobertas a partir dos 320 kg de peso vivo, mas se elas não ganharem um bom peso até o parto, produzirão menos leite e poderão demorar mais tempo para retornar ao cio.


quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Saiba como evitar resíduos de antibióticos no leite

A Embrapa Gado de Leite, com o intuito de orientar os produtores leiteiros sobre os as boas práticas na produção, preparou um material que responde as principais dúvidas sobre como evitar a presença de resíduos de antibióticos no leite. Confira:
Resíduos de antibióticos no leite devem ser evitados porque provocam problemas de saúde em indivíduos sensíveis e prejuízos na industrialização do leite. Sempre que se administra algum tipo de produto químico às vacas em lactação, é necessário saber se o produto é eliminado no leite e por quanto tempo.
Os principais cuidados para evitar resíduos de antibióticos no leite, são:
·         - Seguir rigorosamente as indicações da bula do medicamento.
·         - Não misturar o leite de um animal tratado com o leite do rebanho.
·         - Não comercializar o leite durante o período de eliminação do antibiótico (período de carência) e só usar produtos que apresentem essa informação.
·        -  Não aumentar a dosagem recomendada na bula, porque isso altera o prazo de carência recomendado.
       - Evitar o uso de mais de um antibiótico no mesmo tratamento, pois isso pode aumentar o período de eliminação de resíduos no leite.
·         - Não usar preparações de antibióticos recomendados para o período seco, em vacas de lactação.
·         - Identificar as vacas que estão em tratamento e/ou em período de carência, utilizando corda no pescoço, na pata, marcação com bastão colorido no lombo, etc.

·       -  Registrar em caderno, planilhas, etc., os casos de mastite clínica, para manter o histórico e auxiliar na escolha do tratamento.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Aprenda como fazer o manejo pré-parto



A Embrapa Gado de Leite respondeu umas das principais dúvidas dos criadores quando o assunto é cuidados que devem ser tomados com as vacas durante o período pré-parto.  Confira as dicas e aprenda como fazer!
Faltando 30 dias para o parto previsto das vacas, elas devem ser manejadas de forma mais cuidadosa, para garantir que tenham condições adequadas para um parto normal e um início de lactação sem enfermidades. Para tanto, as vacas devem ser separadas das outras vacas secas e alocadas em um piquete chamado maternidade.
A maternidade deve ser um local tranquilo, arejado e bem sombreado, com pouco movimento de máquinas, mas situado perto do curral ou da casa de um vaqueiro, para que as vacas possam ser observadas durante todo o dia, para facilitar eventuais assistências ao parto.

As vacas devem receber dieta própria para o período pré-parto, que deve consistir dos mesmos ingredientes usados para alimentar vacas em lactação. Ou seja, na maternidade, as vacas têm que ser adaptadas à dieta das em lactação, evitando o estresse de mudança de alimentação e prevenindo a ocorrência de doenças metabólicas.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Como fazer a reposição de fêmeas no rebanho de maneira satisfatória



Os produtores rurais têm várias dúvidas a respeito de como manter um rebanho produtivo, sendo em número de animais, de como fazer para que os mesmos produzam mais e várias outras perguntas. A Embrapa Gado de Leite resolveu mostrar para o criador qual é a melhor estratégia para realizar a reposição das fêmeas em um rebanho.
A taxa de reposição de fêmeas no rebanho deve ser igual ou superior a 25% ao ano. A melhor estratégia é elevar ao máximo a taxa de parição do rebanho e reduzir a taxa de mortalidade de bezerros. Quanto maior o número de nascimentos, maior será o número de novilhas disponíveis e maior será a possibilidade de selecionar os melhores animais.
Se a taxa de natalidade é de 80% e assumindo que em média nascem 50% de fêmeas, têm-se 40% de fêmeas. Considerando-se a taxa média de 5% de mortalidade, sobram 38% de fêmeas para reposição. Dessa forma, teoricamente, a taxa de reposição poderia ser de 38%. Isso indica que usando 25% de reposição de vacas, saem do rebanho 100 vacas, 25 para descarte, e as vacas não precisam ficar por mais que quatro lactações.

Assumindo-se que se faça inseminação artificial no rebanho e seleção de touros melhoradores (ganho genético positivo para leite), as filhas serão melhores que as mães. De maneira que se a reprodução é boa, sobram todos os machos e parte das novilhas para serem vendidas. Outra estratégia é vender vacas de segunda lactação para melhorar a rentabilidade da atividade leiteira.

terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Manqueira – Saiba mais sobre a doença



A Embrapa Gado de Leite preparou um material que explica o que é a manqueira, uma das doenças mais comuns nos rebanhos produtores de leite no Brasil. Nele, a entidade mostrar como identificar a enfermidade e também como prevenir o rebanho de ser acometido pela doença. Confira!
O carbúnculo sintomático, também conhecido como manqueira, é uma doença provocada por bactéria do gênero Clostridium, mais frequente em animais jovens, principalmente aqueles com maior escore corporal.
O agente causador encontra-se no solo e, ao ser ingerido, instala-se no organismo animal, determinando febre, falta de apetite, desânimo e manqueira. A manqueira só ocorre se a lesão atingir grandes massas musculares, como espádua, quartos e pescoço.

O tratamento, mesmo intensivo, não surte efeito, e a doença, geralmente, é fatal. A vacinação dos animais jovens é o melhor meio para a prevenção da doença. Os bezerros devem ser vacinados aos 4 meses de idade e receber uma dose de reforço após 30 dias. Deve-se revacinar a cada 6 meses, até os animais atingirem 24 meses de idade.

terça-feira, 27 de outubro de 2015

Missa de 7º dia do médico veterinário Luiz Ronaldo de Paula



A Leite Gir Genética e Manejo convida a todos para a missa de 7º dia em intenção à alma do médico veterinário Luiz Ronaldo de Paula, falecido em um acidente de carro na última quinta-feira (22).
A cerimônia será realizada às 19h (horário de Brasília) desta quarta-feira (28), no Tattersal Rubico de Carvalho no Parque de Exposições Fernando Costa em Uberaba (MG).
Luiz Ronaldo de Paula era médico veterinário formado pela Universidade Federal Fluminense, juiz da Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ), criador e especialista no programa de melhoramento genético do gado Gir Leiteiro, além de locutor dos grandes leilões de Gir no Brasil.

terça-feira, 20 de outubro de 2015

Mastite – Saiba mais sobre a doença e suas variações



Uma das doenças que mais acometem os rebanhos produtores de leite no Brasil é a mastite. A enfermidade pode ser manifestar de três formas e causar grandes prejuízos para o produtor rural. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite preparou um material que explica o que é a mastite e quais são as suas variações. Confira!
Mastite, ou mamite, é a inflamação da glândula mamária, desencadeada pela agressão da glândula por diferentes tipos de agentes, como micro-organismos, irritantes químicos e traumas físicos.
Na vaca leiteira, a mastite é quase sempre causada por bactérias que invadem o úbere, multiplicam-se, produzem toxinas e outras substâncias irritantes, que provocam a resposta inflamatória. É a doença mais comum e a que mais causa prejuízos aos rebanhos leiteiros.
A mastite se manifesta sob duas formas principais: clínica e subclínica.
A mastite clínica é de fácil identificação, porque há alterações no aspecto do leite (presença de coágulos, grumos, flocos, aspecto aguado, com ou sem presença de sangue ou pus), sinais de inflamação no úbere (inchado, vermelho ou dolorido) e sinais sistêmicos na vaca (desidratação, apatia, perda de apetite, febre, diminuição brusca na produção de leite).
Já na forma subclínica, a aparência do leite é normal e não existem sinais visíveis no úbere. Sabe-se que existe a mastite sub-clínica porque micro-organismos causadores da doença podem ser isolados do leite, e podem ser detectadas alterações inflamatórias. A mastite subclínica é mais comum. Em geral, para cada caso clínico, há de 20 a 40 casos subclínicos.
A doença pode curar-se espontaneamente, persistir no nível subclínico, ou evoluir para a forma clínica. Em virtude de sua natureza oculta, provoca as maiores perdas econômicas pela redução da produção e por interferir na qualidade do leite.
Ainda há uma terceira forma da doença, chamada de mastite crônica, que é uma forma de mastite de longa duração. Pode aparecer na forma clínica ou subclínica, com episódios clínicos intermitentes e repentinos. Nesses casos, ocorre o desenvolvimento de tecido fibroso na glândula mamária e alteração na forma e no tamanho do quarto mamário afetado. Há também perda de tecido produtor de leite, com redução na produção. Em alguns casos, o quarto mamário pode ficar afuncional (perdido).

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Saiba quais as consequências do acasalamento entre parentes



A Embrapa Gado de Leite alerta aos criadores de gado leiteiro sobre as consequências para o rebanho quando há acasalamento entre parentes. Confira:
De modo geral, as consequências são negativas em decorrência do aumento da consanguinidade ou endograma dos animais. A endogamia pode, em um primeiro momento, diminuir o desempenho reprodutivo e, posteriormente, com seu aumento, a produção de leite.
Essa prática pode, ainda, interferir na ocorrência de enfermidades e defeitos hereditários (lábio leporino, por exemplo) e, por isso, deve ser evitada.
Mas o acasalamento entre parentes não deve ser visto apenas pelo lado negativo. A endogamia foi adotada por muitos anos para uniformização das raças bovinas e formação das linhagens hoje existentes. Mas pelos problemas decorrentes de sua utilização em médio e longo prazo, pelo longo intervalo de gerações e dificuldade de prever suas consequências, os técnicos passaram a não recomendar essa prática nos rebanhos bovinos.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Aprenda como calcular o custo da produção de leite

A Embrapa Gado de Leite já deu diversas dicas de como cuidar dos animais, como fazer o manejo de pastagens corretamente para o rebanho e também quais cuidados devem ser tomadas na hora de ordenhar as vacas. Agora, a instituição ensina como calcular o custo da produção de leite, o que facilitar bastante a vida do produtor na hora de colocar no mercado a sua produção. Confira!

A análise de custos compreende um conjunto de procedimentos administrativos que quantifica e registra, de forma sistemática e contínua, a utilização de fatores de produção e o resultado do processo produtivo. O conhecimento do custo de produção possibilita corrigir distorções, favorecendo a sobrevivência do sistema de produção de leite em um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

Para o cálculo do custo de produção, três métodos ou abordagens de custo então entre os mais utilizados: Custo Operacional Efetivo (COE), Custo Operacional Total (COT) e Custo Total (CT).

  • Custo Operacional Efetivo (COE): Agrupa itens de despesas do tipo “custos variáveis” para os quais ocorre, efetivamente, desembolso ou dispêndio em dinheiro. Os itens componentes desse custo são: mão de obra, alimentação, sanidade, reprodução, ordenha, impostos, transporte e despesas diversas (que envolvem gastos como: brincos para animais, material para escritório, encargos financeiros, contador, energia elétrica, horas de máquinas, contribuição rural, entre outros).
  • Custo Operacional Total (COT): Refere-se à soma do COE com o valor das depreciações de benfeitorias e construções, máquinas, implementos e animais de reprodução e trabalho. Também inclui a remuneração do produtor e a mão de obra familiar. Considera-se como remuneração da mão de obra familiar, o valor pelo qual o sistema pagaria por mão de obra contratada, caso não houvesse a familiar.
  • Custo Total (CT): Nesse cálculo, dividem-se os custos variáveis dos custos fixos. Os custos variáveis são aqueles que deixam de existir se o processo de produção for interrompido. Incluem toda a mão de obra e remuneração do capital de giro. Os custos fixos são aqueles que não variam com a quantidade produzida e sua renovação acontece em longo prazo e incluem a remuneração do capital fixo. O custo total é a soma do COT e da remuneração do capital imobilizado.



terça-feira, 30 de junho de 2015

Conheça Injeção de Brasília - Gir Leiteiro da Fazenda Cabeceira do Prata

A Fazenda Cabeceira do Prata, localizada em Jardim (MS), começou a sua criação da raça Gir Leiteiro em 2010, quando adquiriu animais provenientes do plantel Gir Villefort, um dos mais famosos do Brasil.

Entre os animais adquiridos está a Injeção de Brasília, confira:


Injeção de Brasília
Filha de C.A.Sansão X Figura de Brasília
Data de nascimento: 23/04/2009
Valor Genético Estimado (VGE): 1.178,9 quilos de leite


A partir da compra de animais como este, a Fazenda Cabeceira do Prata seguiu investindo no melhoramento genético do seu plantel e também em tecnologias voltadas para estimular e auxiliar uma boa produção leiteira.

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Conheça Itaipava de Brasília – Gir Leiteiro da Fazenda Cabeceira do Prata

A Fazenda Cabeceira do Prata, localizada em Jardim (MS) investe muito no melhoramento genético do seu plantel e também em tecnologias voltadas para estimular e auxiliar uma boa produção leiteira.

Prova disso, são os animais que foram adquiridos para que a criação da raça Gir Leiteiro da fazenda começasse em 2010. Foram comprados animais vindos do plantel Gir Villefort, um dos mais famosos do Brasil, que tem como base genética os principais criatórios do país como Fazenda Calciolândia, Fazenda Brasília, Estância Jasdan e Fazenda Poções.

Um dos animais de destaque da Fazenda Cabeceira do Prata é a vaca Itaipava de Brasília, confira:


Itaipava de Brasília
Filha de Modelo TE Brasília X Ficção FIV de Brasília
Data de nascimento: 26/06/2009
Valor Genético Estimado (VGE): 1.232,2 Kg de leite.


terça-feira, 23 de junho de 2015

Leilão Virtual Geraldo Marques Estância Bom Retiro acontece hoje (23)

Acontece nesta terça-feira (23), a partir das 21h, o Leilão Virtual Geraldo Marques Estância Bom Retiro, que oferecerá 40 animais Gir Leiteiro, 30 animais Girolando e pacotes de sêmen especiais das raças Gir Leiteiro e Holandesa. O leilão será transmitido ao vivo pelo Canal Rural.
O evento que é promovido pela Estância Bom Retiro e realizado pela Programa Leilões, tem como ponto de entrega dos lotes comercializados no leilão em Uberaba (MG). Confira os destaques do Leilão Virtual Geraldo Marques Estância Bom Retiro:
Lote 03 – Ígma FIV F. Mutum
Filha de Radar dos Poções X Delegacia TE F. Mutum
Lote 06 – Donzela FIV GAM
Filha de Modelo TE de Brasília X Cafone TE F. Mutum
Lote 10 – Fé FIV GAM
Filha de C.A. Sansão X Fé FIV Silvânia
Lote 30 – Glenda FIV GAM
Filha de Meteoro de Brasília X Ametista da Silvânia
Para ter acesso ao catálogo completo do Leilão Virtual Geraldo Marques Estância Bom Retiro basta acessar o link abaixo:

http://programaleiloes.com.br/common/uploads/anexos/2022170540L_2.pdf



quarta-feira, 27 de maio de 2015

Conheça REM Sarita – Gir Leiteiro

A Genética Aditiva para realizar os cruzamentos seleciona os animais da seguinte maneira: Inseminação Artificial (IA) com reprodutores líderes no sumário de Produção como C.A. Sansão, Jaguar, Modelo, Vale Ouro, Vaidoso da Silvânia, Meteoro, entre outros.

Este é o caso da fêmea REM Sarita

Filha do C.A. Sansão X Betania de Brasília
RG: REMG 4
Nascimento: 23/11/2007
Em 305 dias de lactação, REM Sarita produziu 7.164 kg de leite.


Confira o vídeo da REM Sarita abaixo:


terça-feira, 19 de maio de 2015

Conheça REM Taquara – Gir Leiteiro

A Genética Aditiva usa de várias análises para que sejam produzidos os melhores exemplares de bois. Para isso, a seleção é feita da seguinte maneira: Inseminação Artificial com reprodutores líderes no sumário de produção como CA Sansão, Jaguar, Modelo, Vale Ouro, Vaidoso da Silvânia e Meteoro, entre outros.

Este é o caso da REM Taquara.

Filha do Barbante TE Kubera X Brigite TE de Brasília
RG: REMG 19
Nascimento: 03/05/2008
Em 365 dias de lactação, REM Taquara produziu 9.345 kg de leite.


REM Taquara


Autor: Vicenzzo Vicchiatti


quarta-feira, 6 de maio de 2015

24º Leilão Tradição Gir Leiteiro acontece hoje em Uberaba (MG)

Acontece nesta noite (6), a partir das 20h, no Centro de Eventos Rômulo Kardec de Camargos em Uberaba (MG), o 24º Leilão Tradição Gir Leiteiro que irá ofertar 30 lotes de animais da raça Gir Leiteiro.
Entre os animais de destaque do evento estão:
Lote 01 – Peruana FIV Palma, filha de C.A. Sansão X Marinha TE Brasília
A vaca produziu 10.985 kg de leite em uma lactação ajustada.
Lote 05 – Tempa FIV da Palma, filha de Teatro da Silvania X Nação da Cal
Em sua primeira lactação o animal produziu 5.157 kg de leite.
Lote 08 – Fortuna FIV de Brasília, filha de C.A. Sansão X Soja de Brasília
Em uma lactação, a vaca produziu 12.984 kg de leite.
Confira abaixo o link que dá acesso ao catálogo completo do evento:
http://programaleiloes.com.br/common/uploads/anexos/1905170908L_8.pdf

O remate terá transmissão da TV Terra Viva e é realizado pela Remate Leilões.


terça-feira, 28 de abril de 2015

Uberaba recebe Leilão Gir Leiteiro Joias Raras no dia 1º de maio

Acontece na próxima sexta-feira (1º), o Leilão Gir Leiteiro Joias Raras. O remate que acontece no no Tattersal Rubico de Carvalho em Uberaba (MG), será transmitido pela MF Rural e estará ofertando 32 lotes, sendo 30 30 animais e três prenhezes.

Entre os animais que estarão à venda no leilão estão animais como:

Lote 03 - Colina FIV da Coli, filha de C.A. Sansão x História TE F. Mutum

Lote 09 - Prenhez de Artemiza FIV Positiva x C.A. Sansão. O parto está previsto para o dia 17 de outubro deste ano.

Lote 12 - Keila FIV Vila Rica, filha de Meteoro de Brasília x Rasura da Cal.

Colina FIV da Coli é um dos destaques do remate.




segunda-feira, 20 de abril de 2015

Conheça REM Tamara - Gir Leiteiro

A Genética Aditiva para realizar os cruzamentos, a seleção é feita da seguinte maneira: Inseminação Artificial (IA) com reprodutores líderes no sumário de Produção como CA Sansão, Jaguar, Modelo, Vale Ouro, Vaidoso da Silvânia e Meteoro, entre outros.
Este é o caso da fêmea REM Tamara.
Filha do CA Sansão x Etiqueta TE Brasília (Impressor de Brasília x Ordenada de Brasília)
RG: REMG 21
Nascimento: 15/05/2008
Em 365 de lactação, REM Tamara produziu 11.007 kg de leite.

Confira o vídeo da REM Tamara abaixo:

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Conheça REM Torre - Gir Leiteiro

A seleção dos animais da Genética Aditiva é feita a partir da produção dos animais no controle oficial da Associação Brasileira de Criadores de Gir Leiteiro (ABCGIL), agregada a um programa de avaliação linear.

Um dos animais da Genética Aditiva é a fêmea REM Torre.

Filha do C.A Sansão x Escolha de Brasília 
RG: REMG 30

Data de nascimento: 28/10/2008
Em 365 dias de lactação, REM Torre produziu 14.334 kg de leite


Veja o vídeo da REM Torre abaixo:



Para mais informações acesse o site da Genética Aditiva - www.geneticaaditiva.com.br

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Veja as razões para o emagrecimento das vacas pós-parto

Umas das coisas que mais preocupa o produtor rural em relação ao seu rebanho é o emagrecimento das vacas logo após o parto. Muitos não sabem o que causa esse emagrecimento ou alternativas para fazer com que a perda de peso seja a menor possível. Pensando nisso, a Embrapa Gado de Leite elaborou uma resposta com todas as possíveis causas para esse fato.
Exceto por razões de doença, é normal que as vacas percam peso durante as primeiras semanas de lactação, principalmente as de alta produção.
Essa perda de peso é consequência da alta demanda por nutrientes para a produção de leite no momento em que o consumo voluntário de matéria seca da vaca ainda é baixo. No início da lactação (1 a 100 dias – fase 1), a quantidade de concentrado é maior justamente para aumentar a densidade energética da dieta.
Há que se evitar perdas anormais de prolongadas de peso, o que pode ser conseguido melhorando-se a concentração e balanceamento dos nutrientes (principalmente energia), na dieta, e estimulando-se o consumo.
Se o produtor estiver fornecendo a dieta completa (concentrado + volumoso), deve-se balancear a dieta com relação à energia, proteína, minerais e tamponantes (bicarbonato de sódio, 60%, + óxido de magnésio, 40%), na base de 1% de matéria seca (MS) da dieta ou 1,5% a 2% no concentrado. Isso permitirá o fornecimento de 150 a 200 g/dia de tamponante por vaca, para evitar a acidose ruminal, doença causada pelo baixo valor de pH no líquido ruminal, o que usualmente ocorre por excesso de concentrado e pouco volumoso ou pouca fibra em detergente neutro (FDN) na dieta das vacas.